Vou ser sério o bastante. Percebi que muitas das coisas que digo são encaradas como sendo algo irrelevante. "Afinal o Paulo (ou Vinicius, depende da intimidade) não diz coisas sérias." Dessa vez parti do fim da outra história (Ver post do dia 9 de Fevereiro de 2007). Recebi a negativa primeiro. Agora reorganizei minha estratégia e adotarei uma nova proposta. NÃO VOU DESISTIR. E falo sério. Vou usar, e isso não fui eu que disse, "todo o meu potencial". Não se trata mais de uma brincadeira de criança. Não se trata mais de uma atitude no calor das minhas crises psicológicas. Agirei como um adulto e não me arrependo de nada que fiz, nem do que vou fazer. Espero que isto valha ao menos para que eu seja visto como uma pessoa adulta. E que o que eu diga seja respeitado como o que todo mundo me diz o é por mim.
Novas forças movem meu mundo. E partindo do princípio da "troca equivalente" já pus na balança o que estou disposto a perder. Sei dos riscos. Seis dos problemas, mas principalmente sei das minhas possibilidades.
Não sou um adolescente agindo impulsivamente. Não sou um louco com uma nova fixação. Sou alguém, que dentro de certos limites vai lutar pelo que acredita. E não me interesso nem um pouco pelo que TODOS os outros acham dos meus atos. Não pensem que estou triste devido ao tom sério que escrevo este post. Desta vez não quero fazer ninguém rir ou ficar preocupado. Estou determinado. Estou feliz por acreditar, tenho fé, que agora tenho algo que valha a pena lutar para ser alcançado.
Nunca estive disposto a fazer isso. Sempre desisti. Agora vou usar de todos os meus artifícios (que acredito não serem poucos) em prol deste motivo.
segunda-feira, maio 14, 2007
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Nota de Falecimento
Comunicamos o falecimento da tão bem quista instituição que um dia se auto-denominou "A Panela".
Não convidamos parentes e amigos para o velório, muito menos para o féretro. Porque somos CDFs chatos e anti-sociais.
A panela deixa de existir como instituição, deixa de existir como instrumento de aglutinação de pensamentos extremamente díspares, mas que um dia sonharam com um mundo melhor.
Um mundo construído pelo diálogo entre pontos opostos.
Acaba aqui o discurso coletivo e começa a minha opinião:
Um dia eu achei que esse mundo era possível. Achei ser capaz de crescer em meio a tão admiráveis pessoas que seriam capazes de tornar, não, de servir de opção para uma postura diferente dentro do mundo. Não!!! Não é isso o que penso exatamente, na verdade tenho pensamentos confusos, o exato se quer existe em minha mente. Acho que sou egoísta. Não temos o poder de mudar o mundo, nem a visão de "ciência miserável" que a História tem sobre si. Meu sonho não era ser um exemplo, não era ser um revolucionário, mas uma opção, uma outra via que não passasse por caminhos que negassem a educação que tão orgulhosamente herdamos de nossos pais. Essa educação não se trata de um adestramento sobre atos já enferrujados, se trata de educação, mas uma educação para uma postura de vida.
Não negamos os conflitos, não fugimos dos conflitos, até procuramos os conflitos se necessário. Sociedade não se resume a conflitos, mas sim a contratos. Os conflitos não deixam de acontecer, mas se tornam solucionáveis quando nos propomos não a sermos divididos entre perdedores e vencedores, mas sim a sujeitos que cresceram por meio da negociação baseada numa postura de vida.
É isso que eu penso, não, é isso que minha mente confusa excreta no momento. "A Panela" jamais deixará de existir, pois ela não nos pertence. Ela existia antes mesmo de nos conhecermos. E isso não é questão de destino. A meta-física não é necessária aqui. O conceito que nos une é deste plano. O que nos uniu desde nossos nascimentos foi nossa "criação".
"Nossos pais nos criaram para sermos elementos de aglutinação e não substâncias heterogeneizantes. A paz não existe no indivíduo isolado."
Paulo Vinicius Silva de Santana
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Queria me explicar aqui. Vocês devem ter percebido que eu tirei do ar todos os meus posts. Isso não foi feito por acaso. E agora vou começar a listar os motivos:
1 - Tenho sido alvo duras críticas dentro da instituição "Panela".
2 - Não percebo retorno das pessoas que lêem o que escrevo.
3 - Ninguém mais lê meu blog e é ele meu blog principal
4 - Devido ao motivo anterior eu darei de agora em diante mais atenção a meu blog pessoal (paulosantana.blogspot.com)deixando de postar no blog da panela
5 - Meus escrito sempre são tomados como apenas engraçadinhos, sendo totalmente irrelevantes do ponto de vista da filosofia interna a eles. Pois como dizem eu sou uma criança, e crianças não podem ser levadas em consideração. Aliás, podem sim, crianças são engraçadinhas.
Agora vou contar uma Historinha. A última no blog da panela. O título é:
Atmosfera Nutritiva
Eu e o Luiz Fernando tinhamos acabado de almoçar no Restaurante Universitário e deciamos a Avenida P. H. Rolfs (vulgo reta) sem nenhuma pretenção de vivenciar uma situação meta-física. No entanto, e Joseph Climber sabe disso, "A vida é uma caixinha de surpresas". Fomos envolvidos por um poder nunca antes esperimentado na história da panela. Era uma força diversas vezes superior a de muitos personagens de desenho animado (ou até mesmo do Jakie Chan). Era o poder das mulheres.
Um grupo extremamente seleto de homo-sapiens-sapiens do gênero feminino, digno de presença nas festas mais badaladas das mais famosas revistas internacionais relacionadas a apreciação masculina da anatomia feminina. Enfim, era mulher em quantidade e qualidade pra ninguém botar defeito.
A proposta do Luiz em relação as "Tchutchucas" era a de que nos aproximássemos do grupo (a meu ver anjos) e permanecêssemos próximo a elas para tentar, quem sabe, hehehehehe... Infelizmente (agora começa o mau humor) somos feios, muito feios. "Quem vê cara não vê coração. E quem só vê a nossa cara vê uma parte de nós que em nada ajuda na socialização.
Enfim, como entregador de pizza (não citarei aqui o caso similar do ginecologista) sentimos o cheiro e a nós não é permitido provar. Nas palavras de um sábio pertencente a cultura rural: "Quero beber do meu de sua boca, como se fosse uma abelha rainha..."
É triste essa vida de universitário. Muito triste. Eu sei que eu não presto. Mamãe mesmo diz que eu sou o filho mais ruim dela. Mas... também sou filho de Deus.
Agora deixando de falar de mim. Parando com essa choradeira costumeira que é recorrente nos meus posts. E continuando ao que eu propus, passamos pela mulherada e nada aconteceu. Absolutamente nada. Não!!! Minto!!! Aconteceu. Um carro veio totalmente desgovernado e iria nos atingir e a todas as gos... (ops) moças atraentes então, munido do instinto de sobrevivência estiquei os braços e me joguei sobre as mulheres (isso foi duplamente gratificante).
O Luiz sobreviveu devido a sua elasticidade adquirida no teatro, mas, principalmente no seu novo esporte: O triatlon (comer, beber e navegar). Eu por minha parte adquiri toda essa desenvoltura assistindo a desenhos animados e filmes chineses.
Uma das garotas, a mais bonita, e quem me conhece sabe o que eu considero uma mulher bonita. A mulher merecedora do selo "PV de qualidade". Mas continuando, me olhou nos olhos e disse que teria que me retribuir o que eu havia feito por ela. Minha alma encheu de alegria. Finalmente minhas qualidades foram reconhecidas. Uhuuuuu!!! Ela olho dentro dos meus olhos, eu olhei dentro dos olhos dela... o mundo a nossa volta desapareceu... só nós dois passamos a existir em todo o universo... eu segurei as mão dela, eram mãos quentes... comecei a aproximá-la lentamente de mim... nossos lábios começaram a percorrer trajetórias convergentes... se aproximavam cada vez mais... cada vez mais próximos... prestes a se tocarem eu fechei meus olhos...
OS ABRI DENOVO E ACORDEI DO MEU DELÍRIO!!!
Nada que relatei do quase atropelamento pra cá foi real. Tudo fruto da minha imaginação. Viagem pura. Mais foi bom. Um dia eu parto pra prática e aí ninguém me segura.
Esta foi minha postagem de afastamento. Sem sombra de dúvida não foi a melhor. Mas também não foi a pior até qualquer dia desses.
1 - Tenho sido alvo duras críticas dentro da instituição "Panela".
2 - Não percebo retorno das pessoas que lêem o que escrevo.
3 - Ninguém mais lê meu blog e é ele meu blog principal
4 - Devido ao motivo anterior eu darei de agora em diante mais atenção a meu blog pessoal (paulosantana.blogspot.com)deixando de postar no blog da panela
5 - Meus escrito sempre são tomados como apenas engraçadinhos, sendo totalmente irrelevantes do ponto de vista da filosofia interna a eles. Pois como dizem eu sou uma criança, e crianças não podem ser levadas em consideração. Aliás, podem sim, crianças são engraçadinhas.
Agora vou contar uma Historinha. A última no blog da panela. O título é:
Atmosfera Nutritiva
Eu e o Luiz Fernando tinhamos acabado de almoçar no Restaurante Universitário e deciamos a Avenida P. H. Rolfs (vulgo reta) sem nenhuma pretenção de vivenciar uma situação meta-física. No entanto, e Joseph Climber sabe disso, "A vida é uma caixinha de surpresas". Fomos envolvidos por um poder nunca antes esperimentado na história da panela. Era uma força diversas vezes superior a de muitos personagens de desenho animado (ou até mesmo do Jakie Chan). Era o poder das mulheres.
Um grupo extremamente seleto de homo-sapiens-sapiens do gênero feminino, digno de presença nas festas mais badaladas das mais famosas revistas internacionais relacionadas a apreciação masculina da anatomia feminina. Enfim, era mulher em quantidade e qualidade pra ninguém botar defeito.
A proposta do Luiz em relação as "Tchutchucas" era a de que nos aproximássemos do grupo (a meu ver anjos) e permanecêssemos próximo a elas para tentar, quem sabe, hehehehehe... Infelizmente (agora começa o mau humor) somos feios, muito feios. "Quem vê cara não vê coração. E quem só vê a nossa cara vê uma parte de nós que em nada ajuda na socialização.
Enfim, como entregador de pizza (não citarei aqui o caso similar do ginecologista) sentimos o cheiro e a nós não é permitido provar. Nas palavras de um sábio pertencente a cultura rural: "Quero beber do meu de sua boca, como se fosse uma abelha rainha..."
É triste essa vida de universitário. Muito triste. Eu sei que eu não presto. Mamãe mesmo diz que eu sou o filho mais ruim dela. Mas... também sou filho de Deus.
Agora deixando de falar de mim. Parando com essa choradeira costumeira que é recorrente nos meus posts. E continuando ao que eu propus, passamos pela mulherada e nada aconteceu. Absolutamente nada. Não!!! Minto!!! Aconteceu. Um carro veio totalmente desgovernado e iria nos atingir e a todas as gos... (ops) moças atraentes então, munido do instinto de sobrevivência estiquei os braços e me joguei sobre as mulheres (isso foi duplamente gratificante).
O Luiz sobreviveu devido a sua elasticidade adquirida no teatro, mas, principalmente no seu novo esporte: O triatlon (comer, beber e navegar). Eu por minha parte adquiri toda essa desenvoltura assistindo a desenhos animados e filmes chineses.
Uma das garotas, a mais bonita, e quem me conhece sabe o que eu considero uma mulher bonita. A mulher merecedora do selo "PV de qualidade". Mas continuando, me olhou nos olhos e disse que teria que me retribuir o que eu havia feito por ela. Minha alma encheu de alegria. Finalmente minhas qualidades foram reconhecidas. Uhuuuuu!!! Ela olho dentro dos meus olhos, eu olhei dentro dos olhos dela... o mundo a nossa volta desapareceu... só nós dois passamos a existir em todo o universo... eu segurei as mão dela, eram mãos quentes... comecei a aproximá-la lentamente de mim... nossos lábios começaram a percorrer trajetórias convergentes... se aproximavam cada vez mais... cada vez mais próximos... prestes a se tocarem eu fechei meus olhos...
OS ABRI DENOVO E ACORDEI DO MEU DELÍRIO!!!
Nada que relatei do quase atropelamento pra cá foi real. Tudo fruto da minha imaginação. Viagem pura. Mais foi bom. Um dia eu parto pra prática e aí ninguém me segura.
Esta foi minha postagem de afastamento. Sem sombra de dúvida não foi a melhor. Mas também não foi a pior até qualquer dia desses.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
É com muito prazer e honra que venho por meio deste pronunciamento inaugurar meu tão esperado mandato à frente desta magnífica instituição que é a Panela.
Já vou avisando que em meu mandato acontecerão eventos a muito tempo esperados por nós, e que os presidentes anteriores não tiveram a sensibilidade de realizar.
Meu plano de gestão será ancorado na filosofia da Cultura e da Butecagem. Como meta primordial, pretendo realizar eventos que estarão no projeto CVMBVCA CVLTVRALIS, que abrangerá diversas atividades culturais, como o tão sonhado Luau e a efetivação do futebol como atividade panelística nos fins de semana. Ocorrerão também visitas ao chorinho nas quintas feiras, e possivelmente uma ida ao forró em uma quarta feira qualquer. Além disso, meu mandato será pioneiro em uma atividade em vossas vidas: encontros na residência presidencial para grandes discussões regrada a guegueja gelada e muita música popular brasileira. Filmes serão exibidos a fim de levantar amplas discussões históricas e filosóficas aos participantes.
Gostaram? Pois é. E isso não é tudo. A diplomacia da Panela será revista, já que, apesar de uma progressiva abertura, esta foi muito lenta e gradual. Saímos de uma ditadura, passamos por um regime de omissão, depois por um início de política aberta mas ainda amarrada pelo conservadorismo. Comigo no poder beiraremos a pós-modernidade. Agora a Panela será uma instituição verdadeiramente democrática, onde a participação de estrangeiros será real e sentida por todos. Mas atenção: disse BEIRAREMOS a pós-modernidade, e não pularemos de ponta, como acredito que meu sucessor fará. Quando ele assumir, este será o dia em que a Panela não mais se identificará, pois os limites se romperão e TODOS terráquios serão membros da Panela. Veremos a panela em migalhas. Mas deixe isso pra lá.
Agora que comprei briga com todos os membros da Panela no parágrafo acima, vou dar um motivo para vocês realmente me admirarem. É a respeito dos cofres panelísticos e a liberação de verba para todas as atividades culturais, afinal de contas, haja dinheiro pra tanta zuera! Mas acalmem-se nobres camaradas, digo, companheiros: Felizmente encontrei os cofres da nossa instituição COMPLETAMENTE FARTOS! Sim! Afinal de contas nosso ex-Presidente não fez nada no mandato passado, só arrecadou verba dos impostos. E como calouro na Fapemig, ELE vai financiar todos nossos gastos com sua bolsa de iniciação científica! E viva ao conservadorismo e a social democracia que paga todas as atividades dos pobres!
Portanto, novos dias estão por vir. Meu mandato marcará a vida de todos. Preparem-se.
Já vou avisando que em meu mandato acontecerão eventos a muito tempo esperados por nós, e que os presidentes anteriores não tiveram a sensibilidade de realizar.
Meu plano de gestão será ancorado na filosofia da Cultura e da Butecagem. Como meta primordial, pretendo realizar eventos que estarão no projeto CVMBVCA CVLTVRALIS, que abrangerá diversas atividades culturais, como o tão sonhado Luau e a efetivação do futebol como atividade panelística nos fins de semana. Ocorrerão também visitas ao chorinho nas quintas feiras, e possivelmente uma ida ao forró em uma quarta feira qualquer. Além disso, meu mandato será pioneiro em uma atividade em vossas vidas: encontros na residência presidencial para grandes discussões regrada a guegueja gelada e muita música popular brasileira. Filmes serão exibidos a fim de levantar amplas discussões históricas e filosóficas aos participantes.
Gostaram? Pois é. E isso não é tudo. A diplomacia da Panela será revista, já que, apesar de uma progressiva abertura, esta foi muito lenta e gradual. Saímos de uma ditadura, passamos por um regime de omissão, depois por um início de política aberta mas ainda amarrada pelo conservadorismo. Comigo no poder beiraremos a pós-modernidade. Agora a Panela será uma instituição verdadeiramente democrática, onde a participação de estrangeiros será real e sentida por todos. Mas atenção: disse BEIRAREMOS a pós-modernidade, e não pularemos de ponta, como acredito que meu sucessor fará. Quando ele assumir, este será o dia em que a Panela não mais se identificará, pois os limites se romperão e TODOS terráquios serão membros da Panela. Veremos a panela em migalhas. Mas deixe isso pra lá.
Agora que comprei briga com todos os membros da Panela no parágrafo acima, vou dar um motivo para vocês realmente me admirarem. É a respeito dos cofres panelísticos e a liberação de verba para todas as atividades culturais, afinal de contas, haja dinheiro pra tanta zuera! Mas acalmem-se nobres camaradas, digo, companheiros: Felizmente encontrei os cofres da nossa instituição COMPLETAMENTE FARTOS! Sim! Afinal de contas nosso ex-Presidente não fez nada no mandato passado, só arrecadou verba dos impostos. E como calouro na Fapemig, ELE vai financiar todos nossos gastos com sua bolsa de iniciação científica! E viva ao conservadorismo e a social democracia que paga todas as atividades dos pobres!
Portanto, novos dias estão por vir. Meu mandato marcará a vida de todos. Preparem-se.
segunda-feira, janeiro 01, 2007
FELIZ ANO NOVO PANELA!!!!!!!!!!!!! O meu mandato acabou. Seja bem-vindo ao poder Luiz. Espero que você faça um bom governo e dê continuidade a minha política democrática e atuante na liderança da panela, já que meus antecessores só decepcionaram com relação à estes aspectos.
Antes que o Paulo fale que isso é puro discurso, gostaria de fazer um levantamento sobre as realizações do meu mandato. O período mais fértil da história da panela.
Antes do meu mandato a Panela tinha 3 bolsistas. O Didi, o Paulo e a Kênia. Encerro o meu mandato com praticamente todos os membros sendo bolsistas. Eu e o Luiz conseguimos ser bolsistas da FAPEMIG e engordar um pouco o nosso LATES, já o Gustavo passou na 1ª fase do teste do coral e se Deus quiser será bolsista em pouco tempo.
Por falar em engordar o LATES, aconteceu no meu mandato o encerramento do Seminário Nacional de História e as publicações de comunicações minha e do Paulo. Recebemos certificados de participação, mini-curso, oficina... Foi bastante proveitoso. Ah. Sem contar a vinda da Mary del Priore, no primeiro dia do meu mandato.
O Luiz também estreou em meu mandato a sua carreira artística que tanto o empolgou, a ponto de colocá-lo em dúvida se seria melhor virar ator ou continuar aluno do curso de História.
As cervejinhas também marcaram o meu mandato. Ao assumir eu disse que tinha como objetivo aumentar o entrosamento da Panela com os demais membros do curso, tarefa que considero cumprida. Saimos depois da apresentação do Luiz, fomos a festa na casa das meninas, que foi digna de um post próprio, e fomos ao chorinho no penúltimo dia de aula. E o melhor, não nos excluímos e fomos sozinhos como era de costume. Talita, Larissa, Luana, Tuta e tantos outros que estavam na festa foram companhias ilustres nestas farras. E sempre com a presença do presidente, figura tradicionalmente omissa até as mudanças do meu mandato.
Até o que foi negativo foi positivo. A briga que atingiu a panela serviu para mostrar que o Gustavo é capaz de enfrentar o Didi e escancarar que as pessoas na Panela se preocupam umas com as outras e não desejam ter amizades superficiais. Sei que as feridas não cicatrizaram e que muito do que foi ruim vai ficar, mas a escolha foi feita por quem sempre resolveu manter relações superficiais e não sabe o que é manter uma amizade de verdade.
Luiz, desejo a você todo o sucesso nesta nova era. Pode parecer mero discurso, mas acho que dezembro foi um mês proveitoso em que crescemos muito. Mês de muitas conquistas como pudemos ver. Espero que independente da pessoa que assuma o poder, a Panela sempre cresça e continue firme como tem sido. Adversidades podem, e vão, nos atingir, mas a receita para superá-las está na nossa amizade.
Mais uma vez, Feliz Ano Novo.
Do ex-presidente. João Henrique
Antes que o Paulo fale que isso é puro discurso, gostaria de fazer um levantamento sobre as realizações do meu mandato. O período mais fértil da história da panela.
Antes do meu mandato a Panela tinha 3 bolsistas. O Didi, o Paulo e a Kênia. Encerro o meu mandato com praticamente todos os membros sendo bolsistas. Eu e o Luiz conseguimos ser bolsistas da FAPEMIG e engordar um pouco o nosso LATES, já o Gustavo passou na 1ª fase do teste do coral e se Deus quiser será bolsista em pouco tempo.
Por falar em engordar o LATES, aconteceu no meu mandato o encerramento do Seminário Nacional de História e as publicações de comunicações minha e do Paulo. Recebemos certificados de participação, mini-curso, oficina... Foi bastante proveitoso. Ah. Sem contar a vinda da Mary del Priore, no primeiro dia do meu mandato.
O Luiz também estreou em meu mandato a sua carreira artística que tanto o empolgou, a ponto de colocá-lo em dúvida se seria melhor virar ator ou continuar aluno do curso de História.
As cervejinhas também marcaram o meu mandato. Ao assumir eu disse que tinha como objetivo aumentar o entrosamento da Panela com os demais membros do curso, tarefa que considero cumprida. Saimos depois da apresentação do Luiz, fomos a festa na casa das meninas, que foi digna de um post próprio, e fomos ao chorinho no penúltimo dia de aula. E o melhor, não nos excluímos e fomos sozinhos como era de costume. Talita, Larissa, Luana, Tuta e tantos outros que estavam na festa foram companhias ilustres nestas farras. E sempre com a presença do presidente, figura tradicionalmente omissa até as mudanças do meu mandato.
Até o que foi negativo foi positivo. A briga que atingiu a panela serviu para mostrar que o Gustavo é capaz de enfrentar o Didi e escancarar que as pessoas na Panela se preocupam umas com as outras e não desejam ter amizades superficiais. Sei que as feridas não cicatrizaram e que muito do que foi ruim vai ficar, mas a escolha foi feita por quem sempre resolveu manter relações superficiais e não sabe o que é manter uma amizade de verdade.
Luiz, desejo a você todo o sucesso nesta nova era. Pode parecer mero discurso, mas acho que dezembro foi um mês proveitoso em que crescemos muito. Mês de muitas conquistas como pudemos ver. Espero que independente da pessoa que assuma o poder, a Panela sempre cresça e continue firme como tem sido. Adversidades podem, e vão, nos atingir, mas a receita para superá-las está na nossa amizade.
Mais uma vez, Feliz Ano Novo.
Do ex-presidente. João Henrique
sábado, dezembro 30, 2006
É com muita honra e muito prazer que venho por meio desta comunicar a mais nova notícia da Panela: JOÃO HENRIQUE, vulgo Coqueiro, nosso querido companheiro, é o mais novo BOLSISTA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA DA FAPEMIG!!!
Fiquei sabendo desta grata noticia quando entrei no site da UFV e vi que mais bolsas haviam sido liberadas. E com a benção dos céus, nosso colega conseguiu a tão esperada bolsa. Nem vamos ter que esperar pelo edital do CNPq!!!
A emoção que senti foi indescritível. Estava na casa de um colega e assim que vi a noticia, saí correndo e fui ligar para Viçosa para falar com o bolsista. Mas infelizmente ele não me deu essa honra. Ele havia saído e dei a noticia para a ja conhecida Dona Fátima (aquela digníssima senhora que fala "isssshhhperrrrrrto"e defende o nosso curso nas reuniões do Consu). Fiquei muito contente com a noticia, pois o Coqueiro é um cara que merece e com certeza vai fazer uso desta iniciação.
Obrigado pai. Cada dia que passa a Panela consegue maior visibilidade na UFV. Cada dia que passa percebemos que fomos abençoados por Ti, como outrora dissera o apostolo Paulo(Santana). Obrigado senhor!
Fiquei sabendo desta grata noticia quando entrei no site da UFV e vi que mais bolsas haviam sido liberadas. E com a benção dos céus, nosso colega conseguiu a tão esperada bolsa. Nem vamos ter que esperar pelo edital do CNPq!!!
A emoção que senti foi indescritível. Estava na casa de um colega e assim que vi a noticia, saí correndo e fui ligar para Viçosa para falar com o bolsista. Mas infelizmente ele não me deu essa honra. Ele havia saído e dei a noticia para a ja conhecida Dona Fátima (aquela digníssima senhora que fala "isssshhhperrrrrrto"e defende o nosso curso nas reuniões do Consu). Fiquei muito contente com a noticia, pois o Coqueiro é um cara que merece e com certeza vai fazer uso desta iniciação.
Obrigado pai. Cada dia que passa a Panela consegue maior visibilidade na UFV. Cada dia que passa percebemos que fomos abençoados por Ti, como outrora dissera o apostolo Paulo(Santana). Obrigado senhor!
quarta-feira, dezembro 20, 2006

Ei você! Sim, você mesmo! Você que não conhece o litoral e pretende faze-lo nestas férias, O Blog da Panela lança agora o I Manual de Sobrevivência na Praia!!!
Regra I: Praia: Área de divisa entre terra firme e o oceano. Local onde há predominancia de areia e água salgada. Portanto NUNCA beba a água do mar. Tá bom, se você não resistir, coloque só um pouquinho na ponta da língua.
Regra II: A água do mar viaja por todas as praias do país. Além disso, existe a
influência da lua que propicia uma agitação nas águas vulgarmente conhecida como ondas. Se voce não tomar cuidado, nas primeiras vezes que entrar no mar, voce pode tomar aquilo que é vulgarmente conhecido como "caxote". Portanto muita atenção.
Regra III: Aliás, para sua segurança, e melhor voce entrar no mar sempre com uma bóia. Pode ser de patinho, de pneu, qualquer modelo; mas
aconselhamos- lhe a consultar primeiro o guia de moda Verão 2007, para que escolha o modelito que está na bombando nas areias do Brasil. Dica: A de Patinho e as de braço nunca saem de moda.
Regra IV: Cuidade onde você pisa. Muitas vezes as pessoas gostam de levar lembranças da praia, mas algumas gostam de deixar as suas. De repente você numa braçada, ou num mergulho encontra um daqueles blocões amarronzados...
Regra V: Praia no verão faz muito calor, e o calor pode levar a desidratação. Portanto beba muito líquido,
principalmente água de côco (isso mesmo, com acento no primeiro ó, porque afinal de contas, água de coco você ja vai tomar no primeiro caxote).Regra VI: Nunca se esqueça do protetor solar antes de ir
para o mar. Caso contrário, na hora de dormir você se lembrará.Regra VII: Quando você se cansar de tomar altos caxotes, sua barriga estiver inchada de tanta água, você pode ir brincar de
construir castelos de areia. Eles dão trabalho mas ficam muito bonitos quando prontos. Ah, para melhor desenvolve-los, utilize as ferramentas adequadas.Regra VIII: Como dito no ítem anterior, existem instrumentos
que auxiliam na melhor confecção de suas obras de arte feitas de areia. São elas: Balde, pasinha, aradinho, entre outras. Peça já pra sua mãe .Regra IX: Na volta para casa, pelo amor de Deus, não traga conchinhas nem estrela-do-mar de lembrança. Contente-se com as
boas recordações que ficarão pra sempre na sua memória.Regra X: Conte pra Panela absulutamente tudo que aconteceu de bom nestas férias praieras. Traga fotos.
Inclusive das inúmeras tchutchucas que teve por lá.BOAS FÉRIAS!!!

segunda-feira, dezembro 18, 2006
Viçosa cidade do Rock...Será mesmo a cidade do rock. Na minha opinião não é só do rock. Este figura apenas como mais um gênero muito famoso e muito admirado pelos universitários. Falando em universitários: Oh racinha ruim!!! Estou até pensando em deixar de tentar fazer mestrado e doutorado por causa dessa espécie de gente irritante. E eu não falo pelos outros não, eu falo por mim mesmo.
Mas vamos mudar de assunto. E é o assunto que é o tema central aquei desse post. Qual é o ritmo de Viçosa?
Será Viçosa a cidade de todos os ritmos? Não, Acho que não. Ela é a cidade dos ritmos que andam na cabeça dos jovens. Então infelizmente aí vai toda e qualquer procaria. Como eu já disse universitário não presta. Eu não presto.
Mas vou me conter agora numa análise mais específica. A festa que fui na Sexta passada, dia 15 de dezembro de 2006. Gostei muito, apesar de algumas ausências importantes (e não falo aqui de Gustavo, Kênia ou Carlos Henrique). Mas vamos ao que interessa, quem foi na festa. Bom, quem estava lá estava disposto a se divertir. Claro que eu não me enquadro nessa lista. Eu sou chato. E pessoas chatas por natureza não se divertem em festas. Ficam pelos cantos tristes e pensativas. Não conseguem se desligar do mundo. Acho que aqui eu concordo com Nietzche (e isso me contraria muito, me deixa muito triste). Se eu não tivesse memória, se eu esquecesse, seria uma pessoa muito mais feliz.
A bebida era a vontade, as pessoas eram agradáveis (e isso no meio universitário é um contracenso), as músicas eram para todos os gostos, ou quase. A respeito da seleção musical, ela não obedecia rigidamente a proposta da festa. Não, ela obedecia a vontade das pessoas que integravam o ambiente. Sábia escolha. Senão teria sido tão chata a festa quanto os posts do Gustavo. Tocou funk, forró, rock... e vergonhosamente eu dancei de tudo, todo mundo dançou. Não bebi, fiquei totalmente sóbrio durante toda a festa. Mesmo sendo forçado por um apelo feminino resisti a tentação de me embebedar e permaneci dentro da minha normalidade melancólica.
Analisei minha postura durante a festa, agora vou falar um pouco sobre a postura dos outros dois membros da panela presentes.
O Luiz, bem o Luiz eu vou deixar por último por que sua participação foi muito interessante, peculiar eu diria. Mas que convive com ele sabe que isso já era esperado (pow, pow, pow!!!). O Jão estava todo serelepe. Ele, apesar do teor alcóolico permanecia totalmente lúcido, mesmo se alterando na consistencia cômica de suas ações. Fomos na casa dele antes da festa e ele molhou a cabeleira e foi pra festa com a corda toda. Lá, após beber foi acediado sucessivas vezes, mas não deu uma dentro apesar de querer marcar pontos na noite.
O Luiz ficou digamos, mais alegre do que de costume. Muito descontraido. E como ele mesmo costuma definir as mulheres que possuem atrativos: Só tem tchutchuca!!! E este palavreado cabia bem a noite da festa. Belas mulheres. Simpáticas mulheres. O clima da festa estava mesmo muito propício para uma boa conversa. Mais propício ainda para relaxar. O que o diga alguns calouros que passaram da conta, muito além da conta. Eu mesmo tive que levar um para a casa dele. Apesar de preferir levar muitas calouras para a minha casa. Infelizmente minha moral cristã, minha escatologia (ou como a strela diz, minha psicodelia), minha feiura não permitem. É isso mesmo. Eu sou um bagaço humano. Sou o resto de tudo que era sórdido e Deus precisava espulsar do paraizo.
Olha eu falando de mim de novo. Tenho que falar da festa. A festa. Mais uma vez exerci minha solidão. E como eu tenho exercido com fequencia a minha solidão. Olha eu falando de mim de novo. Não!!!
A festa. Bem, já falei do ambiente em muitas de suas facetas, mas agora quero falar da maneira como a música era aproveitada. Nota zero pra mim (não consigo evitar). O Jão até que tem um estilo aceitável. Mas o Luiz, esse sim, este domina a pista quando nela demonstra toda a sua desenvoltura. Fred Aster deve ter inveja. E muita. O estilo do seu Lucifer é muito digamos... oriental. Ou seria árabe. Bem, eu acho que é uma mistura do rock pauleira ocidental com alguma árabe (sabemos que ele é admirador da dança do ventre). Em fim, seu estilo é inigualável (principalmente depois de muitos copos de guegueja) enquanto eu tenho a cintura dura.
Aqui, vou acabar com esse post chato. Tão chato que parece Gustaviano. Mas se voce tiver paciencia de lê-lo todo PARABENS!!! Voce tem força de vontade. É um vencedor. É capaz de muitas coisas e vai ter um exelente 2007 porque terá ultrapassado os limites de uma pessoa normal e terá alcançado o ideal da paciencia e determinação humanas.
terça-feira, dezembro 12, 2006


Também queria fazer um post, então resolvi mostrar o quanto foi valiosa a semana para a panela. Sábado passado, dia 2 de dezembro tivemos a felicidade de ver Luiz no teatro. Confesso que a primeira impressão não foi boa, mas depois foi pior ainda. O papel do Luiz não estava a sua altura. Na mesma peça ele fez três papeis: primeiro um balcão de buteco copo-sujo, depois um vaso sanitário para um homem de 2 metros de altura e depois virou um corno viuvo. Muita coisa ruim pra tanto talento.
No entanto, ainda bem que a vida é uma caixinha de surpresas e o Luiz teve uma súbita ascenção. Tornou-se um dos mais novos bolsistas da Fapemig. Que orgulho, meu amigo, meu grande amigo. E isso ele não pode negar.
domingo, dezembro 10, 2006

É com muita alegria que escrevo esse post: um membro da panela está com seu nome no site da UFV, nosso querido amigo Lucifér, digo, Luiz FERnando. Ele nada mais nada menos foi selecionado entre tantos, como bolsista da FAPEMIG. O mais legal disso tudo, foi a forma que ele chegou até aí. Todos que conhecem o pim... digo, o Luíz, sabem o quanto ele é mto interessado, seja pela História, Artes e pelas thuthucas da UFV - que no momento não entraremos em detalhes.
Seu crescente interesse pelo Brasil Colonial e pela Peninsula Ibérica, levava-o a mandar extensos e-mails a um prof. da univerdade - prefiro nem falar o nome. "Pelo amor de Deus professor, eu quero conhecer mais sobre inquisicao ibérica. Me explica pelo amor de Deus". Até q um dia, de saco cheio, esse individuo que insisto em nao dizer o nome, convidou o Luiz para participar desse projeto. Graças a Deus, deu no que deu!
Infelizmente, nosso querido João coks não foi selecionado. É uma pena! Mas o João é um vencedor. Antes mesmo dessa selecao ele ja havia passado na frente de outros, inclusive deste que vos escreve. Portanto, João, sua hora chegará. Não se preocupe, CNPq vem aí, estaremos torcendo.
Agora é só esperar a grana cair na conta pra gente comemorar. Temos várias opcoes, desde o capelão, bar do cara q nao sabe nada de História Antiga até o bar do helinho. Rrsrsrs
segunda-feira, dezembro 04, 2006

Achei esta belíssima foto de integrantes da panela. Infelizmente alguns estavam ausentes e não foi possível que toda a congregação estivesse unida. Enfim, mesmo estando desfalcada o que vemos aí é em parte (na minha opinião três quintos) a panela. Claro que não é a panela em todo seu explendor, mas da direita de quem vê para a esquerda lhes apresento gustavo, paulo (eu) e luiz. Agora pra quem não nos conhece e tinha vontade de conhecer aí tá parte da nossa constituição.
Queria explicar as ausências. O João faltou porque tinha que homenagear o Cônego na igreja, o Carlos, sei lá o que ele tava fazendo, aposto que vai reclamar da sua ausencia nos chamando de traidores. Mas temos que aceitar, esse é o jeito dele, ele é nosso amigo e temos que aturá-lo como ele é.
sábado, dezembro 02, 2006
Após o longo período de ditadura do governo do Didi e da omissão do governo de Gustavo, finalmente a panela tem um presidente de verdade. Eu (João Henrique). Antes que me achem orgulho e exaltador de mim mesmo faço questão de frisar que estas críticas a meus antecessores são compartilhadas com meus companheiros de panela. O Didi tinha o rei na barriga e o Gustavo saiu do governo sem fazer sequer um pronunciamento. Sei que meu governo rapidamente receberá uma alcunha, a tendência é que uma oposição logo se articule como é trandição na panela, mas a minha expectativa é fazer o melhor governo possível. A começar por este pronunciamento que começarei a seguir:
Em primeiro lugar é importante salientar que é uma honra para mim poder presidir tão importante instituição. Desde que a mesma se tornou uma instituição democrática a abertura que esta tem feito para que outras pessoas possam conhecer nossas idéias tem feito com que a panela se torne cada vez mais uma instituição organizada e reconhecida pelo curso de História, e por quê não da UFV?
Uma medida que pretendo adotar e espero que seja aceita pelos meus companheiros que atualmente ocupam os cargos legislativos é a continuidade desta abertura da panela. O contato com pessoas diferentes tem nos enriquecido muito e espero que isto continue.
Outro grande passo seria a volta da tradicional guegueja reunindo todos os membros da panela, pois não temos mais saídos juntos e a presença de todo o grupo é importante para manter a unidade do grupo.
As atividades esportivas também devem continuar, pois a panela é adepta da geração saúde e conta com total apoio do executivo (Eu) para isso.
No mais, gostaria de salientar as primeiras realizações do meu governo. Como podem ver, desde o primeiro dia as coisas já começaram a andar na panela.
1º No meu governo, a Mary del Priore deu uma palestra para gente.
2º No meu governo, o Gustavo passou para 2ª fase no teste do coral.
3º No meu governo, eu publiquei em mais um congresso e o Paulo começou a sua carreira de publicações.
4º No meu governo, o Luiz estreou sua primeira peça.
Enfim, se isso aconteceu só com um dia de governo imagina durante todo o governo? É esperar pra ver.
Em primeiro lugar é importante salientar que é uma honra para mim poder presidir tão importante instituição. Desde que a mesma se tornou uma instituição democrática a abertura que esta tem feito para que outras pessoas possam conhecer nossas idéias tem feito com que a panela se torne cada vez mais uma instituição organizada e reconhecida pelo curso de História, e por quê não da UFV?
Uma medida que pretendo adotar e espero que seja aceita pelos meus companheiros que atualmente ocupam os cargos legislativos é a continuidade desta abertura da panela. O contato com pessoas diferentes tem nos enriquecido muito e espero que isto continue.
Outro grande passo seria a volta da tradicional guegueja reunindo todos os membros da panela, pois não temos mais saídos juntos e a presença de todo o grupo é importante para manter a unidade do grupo.
As atividades esportivas também devem continuar, pois a panela é adepta da geração saúde e conta com total apoio do executivo (Eu) para isso.
No mais, gostaria de salientar as primeiras realizações do meu governo. Como podem ver, desde o primeiro dia as coisas já começaram a andar na panela.
1º No meu governo, a Mary del Priore deu uma palestra para gente.
2º No meu governo, o Gustavo passou para 2ª fase no teste do coral.
3º No meu governo, eu publiquei em mais um congresso e o Paulo começou a sua carreira de publicações.
4º No meu governo, o Luiz estreou sua primeira peça.
Enfim, se isso aconteceu só com um dia de governo imagina durante todo o governo? É esperar pra ver.
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Essa semana tem sido muito proveitosa. E olha que eu nem estou falando da qualidade das palestras, mini-cursos ou coisas do gênero. Estou pensando mesmo é em nossa convivência. Tem sido bom conviver um com o outro fora desse ambiente de sala de aula. Apesar de essa semana não termos nos encontrado nas nossas 2 pilastras, pudemos correr juntos, comer o coffe break igual mendigo - o Paulo coitado, estava até arrotando -, assistir as palestras juntos - de preferencia fazendo comentários do tipo "estou emocionado demais rapáááá", assistir o preto e o coqueiro (Paulo e João para os intimos) plubicar mais, ver nosso amigo lucifér brilhar nos palcos da UFV e assim vai...
segunda-feira, novembro 27, 2006
Tá ok Gustavo. Vou fazer uma postagem então, mas não vai ser tão grande quanto a sua pois acho esta uma discussão extremamente aborrecida. Eu acho que como historiador jamais me concentrarei neste tipo de discussão, pois acho que são muito desgastantes, mas vamos lá.
O ataque a pós-modernidade está preso à um ponto e não à todos, só que vocês (você e o Luiz) luizionaram e o espandiram à todos. Não foi uma crítica à arte pós-moderna por exemplo, que eu particularmente, MINHA OPINIÃO, não gosto pois a sua vontade de chocar acaba, na MINHA CONCEPÇÃO, lhe tirando o sentido. Acho que não tem nada a ver um cara pendurar um fusca por 5 cabos de aço no teto. Qualquer lixo hoje pode ser chamado de obra de arte.
Mas o ataque está ligado à algo que se aplica inclusive à arte. A retirada que a pós-modernidade faz do sentido das coisas. E não adianta falar que é porque ela abre espaço pra que cada um reinvente o seu sentido, determinadas coisas são feitas para terem sentido. A nossa vida foi feita para ter sentido, segundo a moral crsitã que adoto o homem não vem a Terra pra fazer uma escultura de chocolate de 50 metros no formato de fezes, mas para ser um instrumento de Deus no mundo, e isso significa trabalhar e por sentido nas coisas que faz.
E a humanidade sempre deu um sentido à História, ofício que escolhi pra mim. Mesmo os povos que não tem escrita preservam sua memória, pois sabem que o passado pode lhe auxiliar numa questão do presente. Teve enchente há 300 anos atrás e nossos antepassados resolveram dá seguinte forma. Agora tem outra. Vamos avaliar esta forma e ver se é possível fazer uma melhor? Pois é. Isso pra mim é fazer história, o passado está auxiliando a resolver uma questão presente.
Mas o Gustavo na sua síndrome de progresso que acaba por condenar a minha concepção e a do Paulo de História dizendo que ela se encontra ultrapassada e que a dele está mais evoluída usando o termo magistra vita apenas para colocá-la como algo em desuso deve achar que História só tem a ver com questões de governo e econômicas de grande porte que são imprevissíveis e não dependem do passado para tomar novos rumos. Aí que divirjo mais uma vez. Até pra resolver uma questão deste porte a História pode, e deve, ser usada. Já pensou se o homem se esquece que houve uma quebra da bolsa em 1929 e começa a produzir sem se preocupar com os indíces de consumo? Pois é, mas os alunos de qualquer curso vagabundo de economia tem aulas sobre a crise de 1929 e dificilmente o mundo passará por situação semelhante, a não ser que se esqueça da lição que este evento deixou.
Mas isso é economia. Vamos pra política então. Se o seu querido Lula resolve baixar um ato institucional contra a imprensa é bem possível que muitos caiam na onda. Sabe quem não vai? Quem sabe os efeitos que a censura provoca em uma socidade como o desenvolvimento da corrupção ( Se bem que será que o governo democrático do Lula rouba menos que a ditadura?) muitas vezes não viveu esta situação, mas olhou pro passado e aprendeu.
Pois é. Infelizmente a pós-modernidade vem dizer que as coisas não precisam mais de um sentido definido, dê o sentido que você quiser o homem tem se alienado. Sabe o que a pós-modernidade produz? Emos. Criaturas que querem um MP3 player, um adidas, uma guitarra, beijam quem der na telha e depois escrevem músicas sobre crise existencial, a vida deles não tem sentido pois buscam dar o sentido que lhes dá na telha, o problema é que a mídia quem alimenta este sentido fútil que acaba por ser uma total falta de sentido. A pós-modernidade alimenta o consumismo e o individualismo além de matar o espírito crítico e é triste ver historiadores dizendo que seu ofício vai ter o sentido que ele quer. Não. O historiador
tem um compromisso social, a sociedade ainda não é toda pós-moderna e espera determinadas coisas dos grupos que à compõe. Do historiador esperam que ele ajude a desenvolver a criticidade das pessoas e participem dos debates sobre o futuro do país. Infelizmente a pós-modernidade diz que o Thiago Lacerda deve ter o mesmo peso que um historiador de gerações ao dizer sobre uma questão do país. Uma questão que o historiador passa horas pensando e que só vem a cabeça do ator quando lhe é perguntado para logo depois sair. Isto é fazer uma sociedade ser medíocre. Uma sociedade que quer melhorar busca debates sérios, não chama qualquer um pra discutir as questões sociais, mas sim as pessoas que estudam o homem, inclusive o historiador que o pensa ao longo do tempo. Ele pode se alienar sim, como um médico pode viver a vida toda construindo siliconadas pra programas de Tv. A nossa sociedade individualiza as questões mesmo e o mais cômodo é aceitá-la assim. É negar pra sociedade o que ela espera que façamos, mas cada um com sua consciência. Não é isso que a sociedade pós-moderna diz?
O ataque a pós-modernidade está preso à um ponto e não à todos, só que vocês (você e o Luiz) luizionaram e o espandiram à todos. Não foi uma crítica à arte pós-moderna por exemplo, que eu particularmente, MINHA OPINIÃO, não gosto pois a sua vontade de chocar acaba, na MINHA CONCEPÇÃO, lhe tirando o sentido. Acho que não tem nada a ver um cara pendurar um fusca por 5 cabos de aço no teto. Qualquer lixo hoje pode ser chamado de obra de arte.
Mas o ataque está ligado à algo que se aplica inclusive à arte. A retirada que a pós-modernidade faz do sentido das coisas. E não adianta falar que é porque ela abre espaço pra que cada um reinvente o seu sentido, determinadas coisas são feitas para terem sentido. A nossa vida foi feita para ter sentido, segundo a moral crsitã que adoto o homem não vem a Terra pra fazer uma escultura de chocolate de 50 metros no formato de fezes, mas para ser um instrumento de Deus no mundo, e isso significa trabalhar e por sentido nas coisas que faz.
E a humanidade sempre deu um sentido à História, ofício que escolhi pra mim. Mesmo os povos que não tem escrita preservam sua memória, pois sabem que o passado pode lhe auxiliar numa questão do presente. Teve enchente há 300 anos atrás e nossos antepassados resolveram dá seguinte forma. Agora tem outra. Vamos avaliar esta forma e ver se é possível fazer uma melhor? Pois é. Isso pra mim é fazer história, o passado está auxiliando a resolver uma questão presente.
Mas o Gustavo na sua síndrome de progresso que acaba por condenar a minha concepção e a do Paulo de História dizendo que ela se encontra ultrapassada e que a dele está mais evoluída usando o termo magistra vita apenas para colocá-la como algo em desuso deve achar que História só tem a ver com questões de governo e econômicas de grande porte que são imprevissíveis e não dependem do passado para tomar novos rumos. Aí que divirjo mais uma vez. Até pra resolver uma questão deste porte a História pode, e deve, ser usada. Já pensou se o homem se esquece que houve uma quebra da bolsa em 1929 e começa a produzir sem se preocupar com os indíces de consumo? Pois é, mas os alunos de qualquer curso vagabundo de economia tem aulas sobre a crise de 1929 e dificilmente o mundo passará por situação semelhante, a não ser que se esqueça da lição que este evento deixou.
Mas isso é economia. Vamos pra política então. Se o seu querido Lula resolve baixar um ato institucional contra a imprensa é bem possível que muitos caiam na onda. Sabe quem não vai? Quem sabe os efeitos que a censura provoca em uma socidade como o desenvolvimento da corrupção ( Se bem que será que o governo democrático do Lula rouba menos que a ditadura?) muitas vezes não viveu esta situação, mas olhou pro passado e aprendeu.
Pois é. Infelizmente a pós-modernidade vem dizer que as coisas não precisam mais de um sentido definido, dê o sentido que você quiser o homem tem se alienado. Sabe o que a pós-modernidade produz? Emos. Criaturas que querem um MP3 player, um adidas, uma guitarra, beijam quem der na telha e depois escrevem músicas sobre crise existencial, a vida deles não tem sentido pois buscam dar o sentido que lhes dá na telha, o problema é que a mídia quem alimenta este sentido fútil que acaba por ser uma total falta de sentido. A pós-modernidade alimenta o consumismo e o individualismo além de matar o espírito crítico e é triste ver historiadores dizendo que seu ofício vai ter o sentido que ele quer. Não. O historiador
tem um compromisso social, a sociedade ainda não é toda pós-moderna e espera determinadas coisas dos grupos que à compõe. Do historiador esperam que ele ajude a desenvolver a criticidade das pessoas e participem dos debates sobre o futuro do país. Infelizmente a pós-modernidade diz que o Thiago Lacerda deve ter o mesmo peso que um historiador de gerações ao dizer sobre uma questão do país. Uma questão que o historiador passa horas pensando e que só vem a cabeça do ator quando lhe é perguntado para logo depois sair. Isto é fazer uma sociedade ser medíocre. Uma sociedade que quer melhorar busca debates sérios, não chama qualquer um pra discutir as questões sociais, mas sim as pessoas que estudam o homem, inclusive o historiador que o pensa ao longo do tempo. Ele pode se alienar sim, como um médico pode viver a vida toda construindo siliconadas pra programas de Tv. A nossa sociedade individualiza as questões mesmo e o mais cômodo é aceitá-la assim. É negar pra sociedade o que ela espera que façamos, mas cada um com sua consciência. Não é isso que a sociedade pós-moderna diz?
sábado, novembro 25, 2006
As vezes pensamos que aprendemos apenas nas aulas, com os professores. Apesar de que, também entendemos que a leitura enriquece nosso conhecimento. O que falta nossa atenção é, o quanto aprendemos com os amigos, principalmente em debate calorosos - igualmente aquele entre eu e João. Apesar do pressuposto central da opinião dele, confesso que refleti bastante a partir das suas idéias .
Nosso amigo João acredita numa função social e pragmática da História. Seu ódio à pós-modernidade impulsionou-o a formular uma neo-magistra vita, só que sem o conceito de processo, pois eles acreditam num planejamento futuro, não numa relação de causa e conseqüencia. Na visão do João Henrique - e do companheiro Paulo -, quando estudamos o passado, passamos a ter uma nova visão do presente, de forma que, obtemos uma nova possibilidade de planejar o futuro. De acordo com nossos dois companheiros, o sentido da História está em propor um futuro melhor, mais desenvolvido e, sobretudo mais humano.
Obviamente, a História pós-moderna precisa ser criticada. A fragmentação do nosso objeto e a excessiva flexibilização metodológica são pontos sensíveis dessa versão de história. O descrédito à identidade do historiador e a idéia obcessiva de transdiciplinaridade precisam ser questionadas, uma vez que não é apenas o historiador que deixa de ter uma identidade, mas também a própria História como ciência, pois, esta não necessita da metodologia histórica para produção do seu trabalho, mas sim, de uma mesclagem entre as outras disciplinas, de forma que não seja mais História.
Contudo, questiono a forma que nossos dois amigos estão atacando a História pós-moderna. O que identifico no discurso deles é uma História totalmente ligada a noção de progresso. Essa visão foi bastante decorrente até a década de 60, sendo que os cientistas (sociais ou não) acreditavam que a ciência transformariam o mundo por completo. Isso não ocorreu. É claro que muita coisa melhorou, mas essencialmente, continuamos os mesmos humanóides desprezíveis de sempre.
Quando os historiadores João Henrique e Paulo Santana propõe uma história serviço do futuro, eles caem no mesmo erro da História pós-moderna: a intensa fragmentação do objeto. Se você pensa em fazer um projeto de desenvolvimento para o país a partir da História, você estudará apenas o que interessa. Ou seja, se é um projeto de desenvolvimento do Brasil, para quê estudar a Grécia pré-heródoto ou, qual a utilidade de estudar sobre um moleiro herege da Itália do sec XVI? Isso não tem ligação nenhuma com o desenvolvimento do nosso país, embora nossos queridos amigos possam frazer uma belíssima "eixegese retórica" que enquadre esses assuntos na palta para o desenvolvimento da nação. Porém, ao fazê-lo, eles seriam anacrônicos. Além disso, partiriam para a pesquisa com uma formulação teórica pronta - o que isso tem a ver com o nosso desenvolvimento.
Não estou dizendo que a História não pode servir a nação. É claro que sim. Mas insisto em dizer que esta não é sua função primordial. Se esse fosse o sentido da História, esta ciência seria muito limitada e local, lembrando que a realidade passada diversas vezes (pra não dizer nunca) é diferente do presente, de forma que você projetaria o futuro baseando-se em realidade discrepantes. Por exemplo, se alguém estuda o golpe militar de 1964 para evitar um possível futuro golpe, o contexto passado não serviria de base para o futuro, pois são realidade discrepantes. Aquilo que aconteceu em 64 só ocorreu pelo contexto favorável, sendo este único e irepetitível. A não ser que nossos amigos João Henrique e Paulo Santana tenham a visão de circularidade temporal.
Nosso amigo João acredita numa função social e pragmática da História. Seu ódio à pós-modernidade impulsionou-o a formular uma neo-magistra vita, só que sem o conceito de processo, pois eles acreditam num planejamento futuro, não numa relação de causa e conseqüencia. Na visão do João Henrique - e do companheiro Paulo -, quando estudamos o passado, passamos a ter uma nova visão do presente, de forma que, obtemos uma nova possibilidade de planejar o futuro. De acordo com nossos dois companheiros, o sentido da História está em propor um futuro melhor, mais desenvolvido e, sobretudo mais humano.
Obviamente, a História pós-moderna precisa ser criticada. A fragmentação do nosso objeto e a excessiva flexibilização metodológica são pontos sensíveis dessa versão de história. O descrédito à identidade do historiador e a idéia obcessiva de transdiciplinaridade precisam ser questionadas, uma vez que não é apenas o historiador que deixa de ter uma identidade, mas também a própria História como ciência, pois, esta não necessita da metodologia histórica para produção do seu trabalho, mas sim, de uma mesclagem entre as outras disciplinas, de forma que não seja mais História.
Contudo, questiono a forma que nossos dois amigos estão atacando a História pós-moderna. O que identifico no discurso deles é uma História totalmente ligada a noção de progresso. Essa visão foi bastante decorrente até a década de 60, sendo que os cientistas (sociais ou não) acreditavam que a ciência transformariam o mundo por completo. Isso não ocorreu. É claro que muita coisa melhorou, mas essencialmente, continuamos os mesmos humanóides desprezíveis de sempre.
Quando os historiadores João Henrique e Paulo Santana propõe uma história serviço do futuro, eles caem no mesmo erro da História pós-moderna: a intensa fragmentação do objeto. Se você pensa em fazer um projeto de desenvolvimento para o país a partir da História, você estudará apenas o que interessa. Ou seja, se é um projeto de desenvolvimento do Brasil, para quê estudar a Grécia pré-heródoto ou, qual a utilidade de estudar sobre um moleiro herege da Itália do sec XVI? Isso não tem ligação nenhuma com o desenvolvimento do nosso país, embora nossos queridos amigos possam frazer uma belíssima "eixegese retórica" que enquadre esses assuntos na palta para o desenvolvimento da nação. Porém, ao fazê-lo, eles seriam anacrônicos. Além disso, partiriam para a pesquisa com uma formulação teórica pronta - o que isso tem a ver com o nosso desenvolvimento.
Não estou dizendo que a História não pode servir a nação. É claro que sim. Mas insisto em dizer que esta não é sua função primordial. Se esse fosse o sentido da História, esta ciência seria muito limitada e local, lembrando que a realidade passada diversas vezes (pra não dizer nunca) é diferente do presente, de forma que você projetaria o futuro baseando-se em realidade discrepantes. Por exemplo, se alguém estuda o golpe militar de 1964 para evitar um possível futuro golpe, o contexto passado não serviria de base para o futuro, pois são realidade discrepantes. Aquilo que aconteceu em 64 só ocorreu pelo contexto favorável, sendo este único e irepetitível. A não ser que nossos amigos João Henrique e Paulo Santana tenham a visão de circularidade temporal.
Não penso como antes, e isso devo em partes ao João e ao Paulo. A História tem sim um sentido. Não concordo com o Michael Foucalt que pensava esse sentido como algo relativo e subjetivo. O sentido da História está na construção e compreenção do seu objeto: o ser humano. Ou seja, a função da História está em compreender melhor a humanidade (através do tempo). Contudo, isso pode assumir qualquer função pragmática - ou nenhuma. Nesse ponto, isso vai depender do que estamos estudando.
Bom, espero não ter ofendido ninguém. Desde já peço desculpas se exagerei em algum ponto. Quero discutir sem envolver ataques pessoais.
Espero uma réplica.
Um grande abraço.
obs.: O texto não foi revisado. Pode haver vários erros ortográficos ou de concordância
quinta-feira, novembro 23, 2006
Queria imformar ao público do nosso blog a respeito da "nova onda da panela". Somos todos os integrantes Historiadores burgueses e como tal não pertencemos a nenhuma corrente de filosofia de vida que tenha como uma de suas prerrogativas o uso de drogas ilícitas. Somos, de certa forma, integrantes do movimento chamado de "Geração Saúde". Dos cinco membros da panela três já participam regularmente de atividades relacionadas ao condicionamento físico.
João, Carlos e Luiz Fernando tem em suas agendas anotada a sagrada hora da saúde. Logico que a motivação de cada um é diferente e nãome compete aqui explicitá-la. No entanto, de um modo geral, um vai à academia só para se olhar no espelho, outro para se compensar o futebol que não se torma possível devido à falta de tempo, e um último devido a sua ânsia de se tornar uma pessoa que atenda aos moldes stéticos do mercado internacional de atores.
Sobraram dois integrantes que não aderiram a onda dos músculos. Eu comecei a correr e tenho me adaptado a essa vida exaustiva de esportista além de prometer ir a academia no meu oitavo período, enquanto que o Gustavo demonstrou toda a sua incapacidade no que diz respeito a corrida. Não foi capaz sequer de correr por míseros quinhentos metros e ofegante disse que não aguentaria mais.
No mais, devagar vamos nos adaptando a essa vida que escolhemos. Uma vida de certa forma frugal e de hábitos saudáveis. Uma vida em que o que mais importa não é a satisfação desregrada de nossas vontades mas a nossa longevidade que nos proporcionará a obtenção, senão de todos, de grande parte de nossas desejadas vitórias.
terça-feira, novembro 21, 2006
Hoje vou fazer um registro sobre duas situações que ocorreram e merecem ser registradas.
A primeira é comentar o belo momento em que a panela abraço coletivamente seus dois membros afro-descendentes para parabenizá-los pelo dia da Consciência Negra. Momento bonito, no qual a panela mostrou ser uma instituição que não tem espaço para o preconceito.
Outro momento importante, e mais bonito ainda, foi a última homenagem feita ao glorioso Tonhão. Eu, o Luiz e o Paulo, este para se retratar com relação ao desprezo pela memória de Tonhão nos últimos dias, fomos a beira da lagoa e jogamos um ramo de flores à água. Infelizmente o vento não colaborou e o ramo caiu fora da água, mas aí eu voltei, peguei outro ramo e este chegou ao seu destino, afundando junto às águas que levaram o nosso grande amigo para um lugar melhor. Uma pena que Didi e Gustavo, o presidente omisso, não se sensibilisaram e acabaram não participando da homenagem póstuma ao nosso grande mestre. Ah. E para finalisar fica a pergunta: O que aconteceu com a Geni? Desde a morte do Tonhão ela não dá o ar da sua graça, o Paulo já não a encontra nas sessões de psico-análise nem o Luiz na academia. Será que a depressão acometeu a nossa amiga e ela preferiu se esconder por alguns dias? Fico a espera de uma resposta.
A primeira é comentar o belo momento em que a panela abraço coletivamente seus dois membros afro-descendentes para parabenizá-los pelo dia da Consciência Negra. Momento bonito, no qual a panela mostrou ser uma instituição que não tem espaço para o preconceito.
Outro momento importante, e mais bonito ainda, foi a última homenagem feita ao glorioso Tonhão. Eu, o Luiz e o Paulo, este para se retratar com relação ao desprezo pela memória de Tonhão nos últimos dias, fomos a beira da lagoa e jogamos um ramo de flores à água. Infelizmente o vento não colaborou e o ramo caiu fora da água, mas aí eu voltei, peguei outro ramo e este chegou ao seu destino, afundando junto às águas que levaram o nosso grande amigo para um lugar melhor. Uma pena que Didi e Gustavo, o presidente omisso, não se sensibilisaram e acabaram não participando da homenagem póstuma ao nosso grande mestre. Ah. E para finalisar fica a pergunta: O que aconteceu com a Geni? Desde a morte do Tonhão ela não dá o ar da sua graça, o Paulo já não a encontra nas sessões de psico-análise nem o Luiz na academia. Será que a depressão acometeu a nossa amiga e ela preferiu se esconder por alguns dias? Fico a espera de uma resposta.
sábado, novembro 18, 2006
Continuando a série de homenagens ao glorioso Tonhão, resolvi resgatar o post em que Luiz descreve a noite em que ele e a Geni se apresentaram a panela. Eternas saudades!!!!!!!!!!!
Depois da gandaia de sexta feira, para fechar o fim de semana com chaves de ouro, dois membros da Panela (apenas dois!) compareceram ao Recital de Violão e Poesia, realizado as 20:30hs de domingo,no Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa. E não poderia ser diferente: Foi óóóóóótimo! Teve direito a música Ibérica com baratinha passeando pelo palco.Por fim, os dois membros da panela presentes no evento pararam para papear à beira das quatro pilastras.Foi então que algo inusitado aconteceu: Dois seres de inigualável obesidade se colocaram a beira do somidouro a fim de filosofar e trocar carícias a luz do luar. Tonhão e Geni, um apaixonado casal de capivaras despertou a admiração dos membros panelísticos, mostrando-nos que a Panela não está mais sozinha e hegemônica no custumeiro local de discussões.Desta forma, o fim de semana terminou de forma agradabilíssima, com uma vitória de um brasileiro em Interlagos, com o alemão aposentando e deixando esperenças de dias melhores para a categoria; com o título mundial nas mão de um légitimo IBÉRICO, e com o campeonato brasileiro pegando fogo. Saudações alvinegras para Seu Gú e Seu Jão.
Depois da gandaia de sexta feira, para fechar o fim de semana com chaves de ouro, dois membros da Panela (apenas dois!) compareceram ao Recital de Violão e Poesia, realizado as 20:30hs de domingo,no Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa. E não poderia ser diferente: Foi óóóóóótimo! Teve direito a música Ibérica com baratinha passeando pelo palco.Por fim, os dois membros da panela presentes no evento pararam para papear à beira das quatro pilastras.Foi então que algo inusitado aconteceu: Dois seres de inigualável obesidade se colocaram a beira do somidouro a fim de filosofar e trocar carícias a luz do luar. Tonhão e Geni, um apaixonado casal de capivaras despertou a admiração dos membros panelísticos, mostrando-nos que a Panela não está mais sozinha e hegemônica no custumeiro local de discussões.Desta forma, o fim de semana terminou de forma agradabilíssima, com uma vitória de um brasileiro em Interlagos, com o alemão aposentando e deixando esperenças de dias melhores para a categoria; com o título mundial nas mão de um légitimo IBÉRICO, e com o campeonato brasileiro pegando fogo. Saudações alvinegras para Seu Gú e Seu Jão.
sexta-feira, novembro 17, 2006

NOTA DE FALECIMENTO:
Venho por meio desta informar que, na terça feira última, dia quatorze de novembro do ano de dois mil e seis, fora encontrado boiando na lagoa da Universidade Federal de Viçosa, o corpo do mais querido mascote da Panela: nosso saudossísimo amigo e professor de azaração Tonhão. Sua morte foi repentina e ainda intriga as autoridades e também os familiares e amigos.
Tonhão tornara-se conhecido da Panela no dia em que dois membros o viu azarando aquela que seria sua futura esposa, Geni. Depois daquela noite enluarada e inspiradora, Tonhão se fez presente na vida da panela também no dia em passeava com sua patroa pelo asfalto da UFV, até dois vigias os tirar o sossego. Este foi o último dia em que seria visto por nós ainda em vida.
Triste fim para nosso amigo. Segundo o Paulo, ele morreu de ataque cardiaco depois de esforçar-se para acompanhar Geni pelas águas turvas da Lagoa(ele nunca conseguiu ser mais rápido que ela). Eu preferi não opinar sobre a causa mortis. Aliás, preferi nem ver o corpo. Segundo informações de fontes confiáveis, a carcassa do bichinho ficou boiando por horas a fio na madrugada. Isso mostra o desrespeito dos bombeiros à dor e comoção daqueles que conheceu Tonhão em vida.
Oremos pela alma da santa criatura, que está agora em um lugar muito melhor que o nosso, em que sua carne não é desejada e nem seu sossego lhe é tirado. Lá ele tem tchutchucas a vontade para azarar, e nada em aguas menos poluídas. Fique bem Tonhão.
PS: A viúva entrou em depressão e está fazendo sessões de psicoanálise com o Mirim, além de ter entrado em uma academia a fim de perder peso gordo e ganhar peso magro. Ela já levanta 25 no Supino.
quinta-feira, novembro 16, 2006
Prezados colegas da panela,
Peço que dêem a devida atenção à esta postagem, pois a mesma se trata de uma prova cabal de que o Paulo realmente é o Spectro.
Na última terça-feira a professora Flávia não ministrou a última aula. Como sabido por todos, eu (João Henrique) e o Paulo fomos para o laboratório de informática da Caixa, enquanto o Gustavo foi pra casa e o Luiz e o Didi pra aula da Priscila. Enquanto usávamos os computadores travamos a seguinte conversa, devidamente gravada e que contêm a confissão de Mirim.
[21:05] Paulo: e aí jão, como é que vai
[21:05] João Henrique: Tudo bom pilantra.
[21:05] João Henrique: Quanto tempo!!!!!!
[21:06] Paulo: não tem vergonha na cara? tem que estudar, seu curso é noturno
[21:06] João Henrique: Pois é. Igual o seu.
[21:07] Paulo: tem uma colega do meu irmão online. ela disse que tem um professor que falta muito
[21:08] João Henrique: HEHEHE. Não sabia que o, você sabe, tb dava aula de geografia.
[21:10] João Henrique: O peito do pé do pai petista preto do Paulo Mirim Preto é preto.
[21:11] Paulo: pé de preto não é preto, é mulato
[21:12] João Henrique: Tá bom. Corrige aí.
[21:13] João Henrique: O peito do pé do pai petista preto do Paulo Mirim Preto é mulato.
[21:15] João Henrique: E o safado do Paulo mirim que é preto e spectro não responde o que eu falo.
[21:16] Paulo: agora tá certo. parabens, voce se tornou menos racista neste momento
[21:17] João Henrique: Obrigado spectro.
[21:20] Paulo: d nada
[21:20] João Henrique: Vou salvar esta conversa. HEHEHEHEHE. Te ferrei.
Pois é caros colegas, nosso colega se desligou por um momento e confessou a sua dupla identidade. A partir de hoje não se discute mais. O Paulo é o Spectro.
Peço que dêem a devida atenção à esta postagem, pois a mesma se trata de uma prova cabal de que o Paulo realmente é o Spectro.
Na última terça-feira a professora Flávia não ministrou a última aula. Como sabido por todos, eu (João Henrique) e o Paulo fomos para o laboratório de informática da Caixa, enquanto o Gustavo foi pra casa e o Luiz e o Didi pra aula da Priscila. Enquanto usávamos os computadores travamos a seguinte conversa, devidamente gravada e que contêm a confissão de Mirim.
[21:05] Paulo: e aí jão, como é que vai
[21:05] João Henrique: Tudo bom pilantra.
[21:05] João Henrique: Quanto tempo!!!!!!
[21:06] Paulo: não tem vergonha na cara? tem que estudar, seu curso é noturno
[21:06] João Henrique: Pois é. Igual o seu.
[21:07] Paulo: tem uma colega do meu irmão online. ela disse que tem um professor que falta muito
[21:08] João Henrique: HEHEHE. Não sabia que o, você sabe, tb dava aula de geografia.
[21:10] João Henrique: O peito do pé do pai petista preto do Paulo Mirim Preto é preto.
[21:11] Paulo: pé de preto não é preto, é mulato
[21:12] João Henrique: Tá bom. Corrige aí.
[21:13] João Henrique: O peito do pé do pai petista preto do Paulo Mirim Preto é mulato.
[21:15] João Henrique: E o safado do Paulo mirim que é preto e spectro não responde o que eu falo.
[21:16] Paulo: agora tá certo. parabens, voce se tornou menos racista neste momento
[21:17] João Henrique: Obrigado spectro.
[21:20] Paulo: d nada
[21:20] João Henrique: Vou salvar esta conversa. HEHEHEHEHE. Te ferrei.
Pois é caros colegas, nosso colega se desligou por um momento e confessou a sua dupla identidade. A partir de hoje não se discute mais. O Paulo é o Spectro.
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